| Assalto à sede do Banco Central pode ser o maior da história
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O BC determinou a abertura de uma sindicância interna para investigar o caso. De acordo com a instituição, os cinco contêineres violados continham cédulas de R$ 50. A quantia pesaria, portanto, 3,5 toneladas. A suspeita é que o grupo seja formado, ao todo, por seis a dez pessoas.
O crime foi descoberto às 8h desta segunda-feira quando o cofre, que havia sido fechado às 18h de sexta, foi reaberto. Sensores de movimento não dispararam e o circuito interno de vigilância não registrou imagens da ação.
Os ladrões entraram por um túnel que começa em uma casa que fica a um quarteirão do prédio. Alugada há três meses, ela foi reformada para abrigar uma empresa de fachada, a "Gramas Sintéticas". O aluguel foi intermediado por uma imobiliária e era pago em dia. O dono da casa já foi identificado.
O suposto negócio, de venda e plantio de gramas naturais e artificiais, ajudava a justificar a retirada freqüente de terra, resultado da escavação realizada no último cômodo do imóvel, no subsolo. Para facilitar a respiração, um ar-condicionado foi instalado.
Foi necessário ainda, ao final, perfurar o piso da casa-forte. Feitos de ferro e revestidos de concreto, o piso e as paredes do cofre têm 1,1 metros de espessura, segundo a PF.
O túnel construído tem aproximadamente 80 metros de extensão e 70 centímetros de espessura, ainda segundo a PF, e é revestido de madeira e lona plástica. A estrutura também contava com um sistema de iluminação elétrica.
Dentro do túnel foram encontradas ferramentas como um alicate de corte grande, uma furadeira, uma serra elétrica e um maçarico.
e primeiro-ministro, sairia e teria alguém com maior legitimidade em seu lugar.
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Fonte: Folha OnLine |